cupom com desconto - o melhor site de cupom de desconto cupomcomdesconto.com.br

[ad_1]

Anna Maria Geretti, Universidade de Liverpool

Nas últimas duas décadas, houve grandes avanços no tratamento do vírus da imunodeficiência humana (HIV). A terapia agora pode ser adaptada ao paciente, garantindo que o corpo do paciente possa tolerá-la e tornando os medicamentos extremamente eficazes.

Aqueles diagnosticados com HIV antes do vírus causaram danos significativos ao sistema imunológico podem agora esperar uma vida longa e saudável, semelhante até mesmo às pessoas sem a infecção. Esta é simplesmente uma incrível história de sucesso para a medicina moderna. Então, o que está nos impedindo de erradicar completamente o vírus?

O HIV infecta glóbulos brancos chamados linfócitos T CD4, importantes células imunes que protegem o corpo contra infecções e cânceres. Sem tratamento, o HIV faz novas cópias de si mesmo dentro de cada célula infectada – novos vírus que deixam as células CD4 e infectam novas células, iniciando o processo novamente. Eventualmente, a perda de células CD4 e os danos às defesas imunológicas são tão graves que a doença se desenvolve.

O tratamento interrompe a produção de HIV nas células CD4, impedindo danos ao sistema imunológico e maior progressão da doença. Isso funciona muito bem – desde que os medicamentos anti-HIV estejam continuamente presentes no corpo. Isso significa que a medicação deve ser tomada regularmente e sem falta de doses para que a terapia permaneça bem-sucedida.

Quando entendemos como o HIV se replica apesar da terapia medicamentosa, podemos parar com isso 1
Da esquerda para a direita: um glóbulo vermelho, uma plaqueta e um linfócito T, fotografado usando uma micrografia eletrônica de varredura.
NCI-Frederick

O HIV é um oponente furtivo

Uma solução preferível seria erradicar o HIV e curar a infecção de uma vez por todas. No entanto, a terapia atual contra o HIV, embora notavelmente bem-sucedida em interromper a produção de vírus, não pode curar a infecção e, portanto, deve ser realizada ao longo da vida de um paciente. Para aqueles que são diagnosticados com HIV na casa dos trinta, isso significa atualmente cerca de 40 anos de terapia diária ininterrupta.
Há muito que entendemos que, durante o tratamento, o vírus HIV se esconde dentro dos linfócitos T CD4, inserindo ou “integrando” suas próprias informações genéticas no DNA das células CD4. O vírus integrado é invisível aos medicamentos e às defesas imunológicas e, assim que a terapia é interrompida, alimenta a produção de novos vírus.

cupom com desconto - o melhor site de cupom de desconto cupomcomdesconto.com.br

Pesquisas, como meu estudo recente, mostram que o “reservatório” integrado de HIV nas células CD4 não diminui durante o tratamento – mesmo durante um período de 14 anos.

Por que o reservatório de HIV é tão estável, mesmo quando o vírus não está se replicando durante a terapia e espera-se que qualquer vírus integrado morra com a célula CD4 hospedeira quando morre naturalmente? Compreender isso é a chave para encontrar uma cura para o HIV.

Como o HIV sobrevive à terapia?

Estamos progredindo. O mecanismo é relativamente simples: sempre que algo estimular as células CD4 a se multiplicarem, qualquer HIV integrado também será dividido entre as novas células com o restante do DNA da célula, uma espécie de crescimento silencioso do HIV que não exige que as células realmente produzam e liberar novos vírus. Portanto, sempre que uma célula CD4 se multiplica para produzir mais células, ela se copia e ao HIV ao mesmo tempo, incorporando automaticamente o HIV no nascimento da nova célula.

Minha pesquisa fornece mais evidências para essa visão, mostrando que a quantidade de HIV integrado nas células CD4 não é um produto da replicação ativa do vírus. Em vez disso, está associado à resposta imune natural do corpo, o que estimula os linfócitos T CD4 a se multiplicarem – transportando o vírus com eles.

Encontrando uma cura

Nos últimos anos, houve sérios esforços da academia e das empresas farmacêuticas para encontrar uma maneira de erradicar a infecção pelo HIV. Uma estratégia é estimular as células do sistema imunológico de forma que elas sejam mais capazes de combater o vírus. No entanto, as conclusões deste estudo lançam dúvidas sobre essa estratégia: estimular o sistema imunológico pode simplesmente causar a multiplicação de linfócitos T CD4, expandindo o reservatório do vírus à medida que o fazem.

Outras estratégias parecem mais promissoras: elas objetivam estimular suavemente as células CD4 de maneira que a produção ativa do HIV seja iniciada, de modo que o vírus seja reconhecido pelas drogas e pelas respostas imunes naturais do corpo, ou talvez pela infusão de anticorpos, e seja morto. Atualmente, essa estratégia de “chute e mata” está sendo testada tanto em laboratório quanto em ensaios clínicos, e os resultados iniciais são encorajadores.

O HIV é um vírus inteligente, e estratégias inteligentes serão necessárias para erradicá-lo – mas descobertas recentes de pesquisas oferecem esperança de que um dia a cura do HIV possa ser possível.

A conversa

Anna Maria Geretti é professora de Virologia e Doenças Infecciosas na Universidade de Liverpool.
Este artigo foi publicado originalmente na The Conversation. Leia o artigo original.

[ad_2]

cupom com desconto - o melhor site de cupom de desconto cupomcomdesconto.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *